Somos empresários, analistas, consultores, professores, estudantes, executivos, auxiliares, publicitários, engenheiros, vendedores etc. Mas antes disso tudo somos consumidores. Acordamos consumidores, tomamos café da manhã como consumidores, pegamos a condução como consumidores e assim por diante.

Ao longo de um dia qualquer vivenciamos inúmeras experiências como consumidores de diferentes produtos e serviços, fornecidos por incontáveis empresas, organizações públicas, privadas ou profissionais liberais. No final do dia, porém, se nos perguntamos: “Quantas destas experiências foram realmente personalizadas? Quantas destas oportunidades foram aproveitadas para que, da próxima vez seu seja melhor atendido? E quantos destes “fornecedores” saberá, na próxima interação, quem sou eu e como prefiro ser atendido?”. Em geral a resposta é decepcionante.

Agora, de volta ao papel profissional, pense na sua empresa e responda: quanta informação é obtida em cada interação com o cliente e é realmente utilizada para que, da próxima vez, esta experiência seja melhor, seja personalizada, seja especial?

Talvez você tenha a sorte (ou a competência) de trabalhar em uma organização onde este conhecimento é obtido, guardado e canalizado para que o cliente se torne cada vez mais fiel e lucrativo para empresa. Caso contrário, talvez esteja na hora e provocar esta mudança na sua organização. Talvez a hora já tenha passado…